Todos nós falamos sobre aceitação, mas como isso funciona na prática?
Discursamos que é preciso acolher a si mesmo, mesmo as imperfeições, no entanto tudo anda em uma direção tão contrária que é difícil abraçar o que tá “torto”. Não me parece um mundo que da espaço para aquilo que não se enquadra. Mas antes do mundo abrir brecha, ela mesma o fez.
Curioso pensar que somos nós que criamos padrões que nós mesmos temos que nos encaixar. Inquestionavelmente essa conta não fecha porque ninguém se encaixa, porque é utópico, porque é irreal. Se por algum momento houver a sensação de estar no molde é fugaz, porque em algum quadrado as pontas não vão calhar.
Quanto tempo perdermos nessa tentativa ineficiente?
Talvez tempo suficiente para perceber que não há beleza mais estonteante daquela que carrega consigo a liberdade de ser quem se é.
Feliz que este tempo chegou pra ti minha irmã. Feliz que estamos celebrando a vida como deve ser. Livres.

como sempre arrasando!texto sensivel,verdadeiro como tu!
não para nunca de escrever!cada dia melhor
tua mãe
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